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domingo, 7 de fevereiro de 2010

Revista Época/novembro 2009



Amigo!

Quando reclamares da vida, lembre-se que Flavia gostaria de estar no seu lugar...
Flavinha vive em coma a 12 anos e sua mãe não houve sua voz, seu sorriso, sua alegria...
Você pensa que é infeliz e que o mundo está contra você???
Leia essa reportagem e sentirás vergonha de si mesmo!
Não seja ingrato!
Perdoe se te magoaram...
A vida é maravilhosa e tudo o que D. Odele gostaria é ver sua filha
vivendo de verdade!!!

Erga as mãos aos céus e agradeça a Deus por você poder caminhar, poder sorrir e estar vivendo!

PARTE DA REPORTAGEM:

"Quando Odele sonha com a filha, Flavia tem 10 anos. A menina de cabelos longos, encaracolados nas pontas, fala sem pausas. Gosta de partilhar seu dia, contar as aventuras na escola, tagarelar sobre o futuro precocemente dividido entre uma carreira de administradora e outra de modelo. Abraça e beija muito. Dança, canta e toca teclado. Sua voz povoa o sono da mãe. Quando Odele acorda, porém, o silêncio continua lá.

Deitada na cama do quarto ao lado, Flavia tem os olhos abertos. Não pode mais falar e, embora possa ver, Odele não sabe se vê. A menina calou-se aos 10 anos, quando seu cabelo foi sugado pelo ralo da piscina do edifício onde vivia, em São Paulo. Em dezembro, no mesmo dia do aniversário da mãe, fará 22. Há quase 12 anos, Odele só ouve a voz da filha em sonhos. Agora é a mãe que parece se afogar ao despertar submersa na ausência da filha. “Ela tinha voz de sino”, diz. É dessa voz de sino que Odele sente mais saudade.

Assim se inicia cada dia. E cada dia em que Flavia não acorda é uma perda para Odele. Quem vai imaginar que a voz da filha, que às vezes perturba com sua premência, será um dia a maior saudade da mãe? Que aquelas histórias de criança, contadas quando falta tempo à mãe, seriam pagas com metade de uma vida ou uma vida inteira, se a mãe soubesse que poderia perdê-las?

É uma existência de subtrações e de delicadezas, a dessas duas mulheres. Só faz sentido porque Odele conseguiu fazer da história de dor também uma narrativa de amor.

.... Meses depois, Odele começou a buscar as causas no fundo da piscina. Dividia seu dia entre os cuidados com a filha no hospital e..."

REVISTA ÉPOCA/2009

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POSTAGENS ANTIGAS

Minha Mãe: MARIA BIESEK MILCHAREK

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Amor para toda vida!!!

Avô materno: JACOB BIESEK

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Avô Paterno: JACÓ MILCZAREK

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Avó paterna: FELÍCIA MILCZAREK

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