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domingo, 29 de agosto de 2010

Fora da tua vida


Não sei que tipo de vida insisto em viver.
Vivo uma vida em cima de falsas promessas multiplicadas por mentiras.
Tenho vontade de pegar o que me pertence e sair porta a fora, ir para bem longe sem esperar a velhice me pegar, porque se eu deixar ela chegar até mim, aí é que não terá mais jeito e será tarde demais...
A paz entre nós reina por algumas semanas, mas de repente a bomba atômica explode e tudo volta como outrora.
Que tipo de vida é essa?
se eu estou triste você se sente feliz!
Se eu estou feliz, você não suporta minha alegria.
Afinal, que amor é esse?
Vivo uma vida sem a mínima liberdade, presa em conveniências que me fazer sofrer e me sentir sufocada.
Vivo em meio a acusações e dependente de um amor doentio.
Sou alguém que sobrevive; não vive!
Por anos venho arrastando essa história doente e lotada de cobranças.
Engana-se redondamente se pensas que me falta coragem para te abandonar.
Já fui embora três vezes e voltei acreditando em promessas vãs, promessas que duraram tão pouco, promessas que nunca foram cumpridas!
Que tipo de amor é esse?
Um amor que não existe confiança?
Que não existe liberdade?
Não dá... não agüento mais, não quero mais!
Vou para bem longe de ti e te peço:
Não faça como das outras vezes; não venha atrás de mim!
Hoje estou te odiando e não consigo nem ouvir o som de sua voz.
Não toque em meu corpo porque sinto repulsa por ti.
A muito tempo você matou o mínimo de amor que existia dentro de mim.
Sei que existem pessoas de bom coração e cansei de ser sua palhaça.
Te perdoei pelas vezes que você me bateu, mas saiba que até hoje meu coração chora...
Não sou mais feliz ao teu lado e quero viver, viver de verdade.
As dificuldades?
Eu as enfrentarei e reconquistarei o espaço que um dia abandonei por acreditar em suas promessas que somente atrasaram a minha vida.
Deixei um lugar lindo, um trabalho que me fazia feliz, troquei tudo por você que em questão de dias voltou a ser esse inferno.
Não chega perto de mim, não quero mais esse tipo de amor porque prefiro viver sozinha sem redomas, sem algemas fora dessa prisão.
Como te disse você nunca vai me compreender porque sou movida a sensibilidade muito diferente de ti que transpira ódio em vez de amor.
Vou embora para bem longe de ti e não venha porque desta vez é para sempre!

maura theobald
Domingo,29/08/2010

Um comentário:

nuno medon disse...

olá! tens de tentar procurar a tua felicidade, seja casada mas com alguns upgrades ( caso ainda o ames ) ou seja separada, mas tens de encontrar a tua paz o quanto antes. Ainda és nova, linda e tens direito a um segundo amor, se for caso disso. pensa em ti!!! beijos e um abraço

POSTAGENS ANTIGAS

Minha Mãe: MARIA BIESEK MILCHAREK

Minha Mãe: MARIA BIESEK MILCHAREK
Amor para toda vida!!!

Avô materno: JACOB BIESEK

Avô materno: JACOB BIESEK

Avô Paterno: JACÓ MILCZAREK

Avô Paterno: JACÓ MILCZAREK

Avó paterna: FELÍCIA MILCZAREK

Avó paterna: FELÍCIA MILCZAREK