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quarta-feira, 26 de setembro de 2012

LOUCURA ( Antonio de Lima)

 

QUEM ÉS TU TEMPO DE SOL?
QUE ESCURECE MINHA ALMA.
PAREDES E GRADES !
APRIZIONAM MEU CORAÇAO.
LOUCURA DE MEU SER, DE MEU EU ?
HOMEM LOUCO, FEITO PELO HOMEM,
E ALMA INFECTADA,
SÓ OS PASSOS VAZIOS NO ARREDOR
OLHAR VAGO DA TRISTEZA.
E O ENCONTRO DE MEU MUNDO ?
IRREAL....
IRRACIONAL.........
DE LOUCO SE VAI,
COMO UMA NUVEM NEGRA?!
AO LUAR....
E MEUS PÉS VOLTAM TOCAR O SILENCIO
DA VIDA...
E MEUS OLHOS A OLHAR,
O VAZIO DO HORIZONTE.
E MINHA LOUCURA ESTA ONDE?
NO SENTIDO DA VIDA?
NA PALAVRA DO HOMEM?
NO ESCURESER DO AMANHA?
NO SILENCIO DO CORAÇAO?
QUEM SABE...
NO NEGRO DOS MEUS OLHOS?
AHHH NECXO, DESCOMPLEXO,
COMO SE FOSSE UM POR DO SOL QUE APAGA,
COMO UM VENTO QUE NÃO VOLTA,
COMO O FOGO QUE DILACERA,
COMO OS OLHOS QUE SE ESBRUGALHA,
COMO A MENTE,
QUE VOA NO SILENCIO,
OU COMO A FOGUEIRA
QUE A CHUVA ELIMINA,
ASSIM, LOUCURA
MENTE QUE APAGA...
E A FUGA DO MEDO SE TERMINA,
A MENTE NÃO REGISTRA, CORAÇAO BATE
DOR QUE NÃO SENTE...
PASSOS QUE SILENCIAM,
LOUCURA, LOUCURA, LOUCURA, HA...
GRITOS DESTE MUNDO SELVAGEM QUE CALA,
DESCONECTA,
FERE,
OPRIME,
DEPRIME,
DESTROI,
E O LOUCO...
E O LOUCO AINDA SOMOS NÓS!!!


ANTONIO DE LIMA
Autor

2 comentários:

Graça Pereira disse...

Penso que é um poema muito actual...pelo menos deste lado do mar!!
Beijo e bom fim de semana.
Graça

Sinval Santos da Silveira disse...

Boa noite!

Simplesmente maravilhoso.

Um grande e fraterno abraço

sinval

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