
Como eu queria
transplantar a minha mágoa
Pra uma humilde poça d'água
Onde a lua vem se apear
Bonbeio longe
E nos meus sonhos supremos
Vejo um caíque sem remos
No rio desse teu olhar...
Eu canto e sonho
Com um geito de menino
Que embreteou o seu destino
Nalgum potreiro da infância
Por isso as vezes
Minh'alma bugra entra no cio
E vira uma canção de rio
Sonorizando a distância...
Sou rio tranqüilo
Estrada...Caminhos...Rastros
Do lume eterno dos astros
Na quincha da madrugada
Ísco meus sonhos
No clarão do amanhecer
E jamais hei de correr
Atrás de uma estrela apagada!
Por isso linda
Quando a noite cai em mim
Se acende lá no confim
Uma estrela a brilhar
E o rio que corre
Nos teus olhos... Ave matreira
Se transforma em cachoeira
e faz o caíque virar...
Autoria: JOÃO SAMPAIO
Meu grande amigo:
Cantor e Compositor Nativista de Itaqui,RS
Poema publicado em 1998-Livro "SENTIMENTOS"
transplantar a minha mágoa
Pra uma humilde poça d'água
Onde a lua vem se apear
Bonbeio longe
E nos meus sonhos supremos
Vejo um caíque sem remos
No rio desse teu olhar...
Eu canto e sonho
Com um geito de menino
Que embreteou o seu destino
Nalgum potreiro da infância
Por isso as vezes
Minh'alma bugra entra no cio
E vira uma canção de rio
Sonorizando a distância...
Sou rio tranqüilo
Estrada...Caminhos...Rastros
Do lume eterno dos astros
Na quincha da madrugada
Ísco meus sonhos
No clarão do amanhecer
E jamais hei de correr
Atrás de uma estrela apagada!
Por isso linda
Quando a noite cai em mim
Se acende lá no confim
Uma estrela a brilhar
E o rio que corre
Nos teus olhos... Ave matreira
Se transforma em cachoeira
e faz o caíque virar...
Autoria: JOÃO SAMPAIO
Meu grande amigo:
Cantor e Compositor Nativista de Itaqui,RS
Poema publicado em 1998-Livro "SENTIMENTOS"
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