
Estranhos nas ruas,
Mas não nos lençóis,
E cada um na sua solidão, procura o outro entre as cobertas,
E só encontram ausências vestidas de silêncios,
Só encontram as mãos da saudade desnudas na cama,
E não encontram o outro estranho.
Estranhos alheios... perdidos... sozinhos...
Se buscam, em sonhos,
Se perdem, nas curvas,
Se querem, mas não dizem.
Estranhos de caminhos,
Mas não de olhares,
Pois no calor do silêncio,
as almas se entendem...
e naquela lembrança escondida,
os corpos se buscam.
Estranhos no espelho,
Depois de uma noite,
mas em nenhuma manhã,
Estranhos de vidas,
Mas não de desejos,
Aliás, estranhos desejos estes de alma,
que tiram o sono....
invadem o escuro do peito...
e lembram o que não passou.
Estranhos desertos de corpos,
Onde na sede alheia, implora-se um único beijo,
que aconteceu apenas em meus poemas.
Estranhos amores estes de meus versos,
E o nosso é um deles!
CARINE DA PIEVE.
Porto Alegrs,RS
01/09/2007"
Mas não nos lençóis,
E cada um na sua solidão, procura o outro entre as cobertas,
E só encontram ausências vestidas de silêncios,
Só encontram as mãos da saudade desnudas na cama,
E não encontram o outro estranho.
Estranhos alheios... perdidos... sozinhos...
Se buscam, em sonhos,
Se perdem, nas curvas,
Se querem, mas não dizem.
Estranhos de caminhos,
Mas não de olhares,
Pois no calor do silêncio,
as almas se entendem...
e naquela lembrança escondida,
os corpos se buscam.
Estranhos no espelho,
Depois de uma noite,
mas em nenhuma manhã,
Estranhos de vidas,
Mas não de desejos,
Aliás, estranhos desejos estes de alma,
que tiram o sono....
invadem o escuro do peito...
e lembram o que não passou.
Estranhos desertos de corpos,
Onde na sede alheia, implora-se um único beijo,
que aconteceu apenas em meus poemas.
Estranhos amores estes de meus versos,
E o nosso é um deles!
CARINE DA PIEVE.
Porto Alegrs,RS
01/09/2007"
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