
Olá, Maura. Como vais?
Eis um soneto que terminei agora e te envio:
O CAOS A CADA DIA
Rendo-me ao tempo cru, brumas e visgos,
da vila,da favela, dos bolsões,
bairros da vida vil, áspera e rota,
repositório amargo de estupores!
Encosto-me à parede dos flagelos,
sinto a agressão dos tiros, dos assaltos,
das armas oficiais e dos bandidos,
alvo nu posto à mira da violência!
Assusto-me movido pelas regras
ditadas pela força dos delitos
nascidos na comuna em desespero!
A prática legal é assomo infausto,
diante das causas vivas dos conflitos,
edificando o caos a cada dia!
Desejo-te uma boa tarde!
Antonio Kleber
Teresópolis,RJ
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