
Olá! Um poema para tua tarde:
IRRESIGNAÇÃO
Nu de esperança! Nu de fé! Desperto,
mais uma vez ao grito do menino,
rondando a base química do cérebro
para encontrar respostas à memória!
Lesões quase mortais devassam veias;
os meus princípios sangram nas calçadas;
atiram-me à sarjeta dos dejetos,
como se eu fora um merda ao desamparo!
Ratifico meus erros capitais,
não quero remissão por quaisquer deles,
meus pecados são meus, de mais ninguém!
Não aceito, no entanto, que me podem
o bem mais importante, a Liberdade,
fazendo-me de escravo ao fim da vida!
Participe da comunidade “Sonetos de Antonio Kleber“
Abraço!
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